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Síndrome Pós-COVID

Saiba mais sobre o tema.

Seja bem-vindo

A Bradesco Saúde e a Mediservice prepararam para você um repositório completo de informações atualizadas para a assistência à saúde durante a pandemia da COVID-19.

Referenciados – Síndrome Pós-COVID

Considerada um desafio para a medicina e para a sustentabilidade dos sistemas de saúde, a pandemia da COVID-19 pode ainda trazer consequências de médio e longo prazos aos pacientes que superaram a fase aguda da doença. Dessa forma, sempre em busca da oferta dos melhores serviços aos beneficiários, a Bradesco Saúde e a Mediservice ampliam o foco sobre a doença e dão ênfase também a ações assistenciais e de conscientização sobre a chamada Síndrome Pós-COVID. Dessa forma, além da cartilha, disponibilizam lista de prestadores habilitados para oferecer, nesses casos de sintomas prolongados, um atendimento integrado. O material está em crescente estruturação e ampliação, com atualização constante.

A proposta desse tipo de atendimento é haver uma coordenação por parte de médico clínico ou pneumologista, que irá indicar os casos a médicos especialistas e/ou terapeutas e demais profissionais da saúde, dependendo da necessidade de cada paciente. Ou seja, a rede referenciada está estruturada para oferecer esse tipo de serviço completo no núcleo Pós-COVID, com prestadores selecionados e organizados em serviços específicos e dedicados, com foco na visão integrada, necessária nesse cenário.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada quatro pacientes pode permanecer com sintomas por quatro ou cinco semanas após testar positivo para o vírus. Além disso, uma em cada dez pessoas pode continuar com os sintomas por mais de 12 semanas.

Entre as manifestações que podem permanecer ou surgir após infecção pelo coronavírus, estão: fadiga/cansaço, dor de cabeça, perda de olfato e paladar por período mais prolongado, perda de memória e/ou dificuldade de concentração, queda de cabelo, dor nas articulações, dor torácica, tosse, falta de ar, distúrbios do sono, além de alterações, como ansiedade/depressão, alterações cardíacas, neuropatia periférica (cursa com formigamento, dormência, dor e/ou alteração de sensibilidade nas extremidades).

O que fazer em caso de Sintomas

O mais importante nesse momento é conter o avanço do contágio, portanto, disponibilizamos recomendações de medidas preventivas e orientações em caso de necessidade de busca por assistência médica. Não deixe de consultar todo o material disponível neste site. 
 

Clínicas Meu Doutor Novamed

Desde o dia 15/06/2020, todas as unidades da rede de Clínicas Meu Doutor Novamed passaram a atender sem necessidade de agendamento prévio no caso de consultas na especialidade Clínica Médica/Medicina de Família.

O atendimento está disponível de segunda a sexta-feira (das 7h às 19h) e sábados (7h às 14h).

Para laboratório, o funcionamento é de segunda a sábado (das 6h30m às 12h).

O objetivo é evitar a formação de filas de espera e a exposição dos pacientes a aglomerações.

Consulte o site www.novamedsaude.com.br

Também disponibilizamos seleção de consultórios médicos nas especialidades de Clínica Médica e Pediatria do Programa Meu Doutor aptos ao atendimento aos casos suspeitos. O agendamento das consultas pode ser realizado pelo telefone indicado na lista disponível para download abaixo ou pelo site da Bradesco Saúde (área do beneficiário).
 

Adicionalmente, foram disponibilizadas clínicas da rede credenciada. Apesar de algumas unidades trabalharem sem a necessidade de agendamento prévio, é orientado que os interessados entrem em contato com a unidade antes do comparecimento. Acesse abaixo a relação dos referenciados para atendimento a casos suspeitos.

O que não se deve fazer

Confira algumas orientações do que não se deve fazer neste momento.

O que fazer em caso de isolamento recomendado pelo médico

Caso tenha uma pessoa em casa que apresente sintomas da doença, veja as orientações de isolamento domiciliar:

Perguntas Frequentes

Os coronavírus são uma grande família de vírus que recebem esse nome por terem em sua estrutura uma espécie de coroa. Em humanos, sabe-se que vários coronavírus causam infecções respiratórias que variam do resfriado comum a doenças mais graves. O coronavírus descoberto mais recentemente causa a doença COVID-19.

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada por um tipo de coronavírus descoberto mais recentemente, o SARS-COV-2. Essa nova doença era desconhecida antes do início do surto em Wuhan, na China, em dezembro de 2019.

Os sintomas mais comuns do Covid-19 são: cansaço, tosse seca e febre acima de 37,8°C*. Alguns pacientes podem apresentar dor no corpo, dor de garganta, congestão nasal, coriza ou diarreia. Para a maioria das pessoas, esses sintomas serão leves. Vale ressaltar que a doença apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria dos pacientes com a Covid-19 (cerca de 80%) pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, semelhantes a um resfriado comum, e cerca de 20% dos casos podem requerer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória e, desses casos, aproximadamente 5% podem necessitar de suporte para o tratamento de insuficiência respiratória.

* A febre pode não estar presente em alguns casos.

Ao sentir os primeiros sintomas da COVID-19, seu médico assistente ou uma unidade básica de saúde devem ser procurados imediatamente. A partir do diagnóstico, você deve seguir as seguintes recomendações de isolamento, de acordo com o Ministério da Saúde, se você teve sintomas leves como febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça, perdas olfativas/gustativas (não sente cheiro e nem gosto) e dores no corpo:

Se ao final do 5º dia desde o início dos sintomas você não apresentar febre há mais de 24h, nem sintomas respiratórios e tiver um teste de antígeno ou PCR com resultado negativo: pode suspender o isolamento, no entanto, deve manter todas as medidas preventivas, como o uso de máscara e álcool gel; evitar locais com aglomerações; evitar contato com pessoas imunocomprometidas ou que apresentam fatores de risco de agravamento da COVID-19 e evitar viagens até o final do 10º dia de início dos sintomas; Se o resultado do teste, nas condições anteriores for positivo, deve-se manter o isolamento até o final do 10º dia de início de sintomas, além de todas as medidas preventivas;

Se ao final do 5º dia de início do quadro ainda existam sintomas, deve-se reavaliar ao final do 7º e do 10º dia. Se ao final desse período você não tiver febre há mais de 24 horas e não tiver mais sintomas respiratórios, pode suspender o isolamento mantendo as medidas preventivas como o uso de máscara e álcool gel; evitar locais com aglomerações; evitar contato com pessoas imunocomprometidas ou que apresentam fatores de risco de agravamento da COVID-19 e evitar viagens até o final do 10º dia de início dos sintomas. Nessas duas situações não é preciso ter realizado novo teste para sair do isolamento.

Após o término do período do isolamento é importante manter em dia a vacinação contra a COVID-19 para evitar as internações e os óbitos pela doença.

Não se esqueça de utilizar máscara caso precise sair para procurar atendimento médico em uma unidade de saúde.

O Isolamento nos casos suspeitos ou confirmados deve ser realizado, preferencialmente, em um quarto separado dos demais membros da sua família, com porta fechada e bem ventilado.

A pandemia ainda não acabou. Apesar de os números estarem demonstrando um maior controle do avanço da COVID-19, o número de casos registrados diariamente ainda é alto.
 

A maneira que temos de ajudar no controle definitivo da pandemia é evitarmos locais sem ventilação e com aglomerações, já que nestes lugares o vírus pode se espalhar para um maior número de pessoas, aumentando a possibilidade de novas contaminações.
 

Dê preferência a eventos ao ar livre em que o distanciamento seguro seja possível.

O mais importante é seguir todas as orientações de isolamento e cuidados relacionadas aos pacientes com a COVID-19.

Organizar para que, dentro do possível, seja sempre a mesma pessoa a ser o apoio para o paciente dentro de casa.

Se precisar entrar em contato com a pessoa doente, mantenha distância mínima de um metro, utilize máscara e luva. Veja aqui, na seção “Orientações sobre prevenção”, como fazer a própria máscara caseira. Cuidado para não se contaminar e não contaminar o ambiente.

Não convide ou permita que visitas sociais, como amigos e familiares, entrem em sua casa. Se você desejar falar com alguém, use o telefone ou as mídias sociais.

Antes de colocar uma máscara, lave as mãos até os punhos com água e sabão ou com álcool em gel 70%. Cubra a boca e o nariz com a máscara e verifique se não há espaços entre o rosto e a máscara.

Evite tocar na máscara enquanto a estiver utilizando. Se o fizer, lave novamente as mãos até os punhos com água e sabão ou com álcool em gel 70%. Substitua a máscara por uma nova sempre que estiver úmida e não reutilize máscaras de uso único. Na ausência de máscaras descartáveis, você pode utilizar máscaras caseiras, feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros, seguindo também as demais orientações colocadas no site do Ministério da Saúde.

Para retirar a máscara nunca toque na parte da frente da mesma. Segure pelos elásticos ou a desamarre e descarte imediatamente em uma lixeira com tampa. Lave novamente as mãos até os punhos com água e sabão ou com álcool em gel 70%.

O lixo deverá ser embalado com dois sacos e separado do restante do lixo da casa. O cesto de lixo deverá ser higienizado com álcool a 70%.

As pessoas podem se contaminar através de outras pessoas que têm o vírus. A doença pode se propagar através de pequenas gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa fala, espirra ou tosse. Estas gotículas podem se alojar em objetos ou superfícies, e outra pessoa ao tocá-los e levar as mãos aos olhos, nariz ou boca, pode contaminar-se.

As pessoas também podem se contaminar com a COVID-19 se respirarem estas gotículas, com o aperto de mãos e o beijo. É por isso que se torna importante ficar a uma distância de 2 metros ou mais de uma pessoa doente.

São considerados de risco os idosos e as pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, obesidade, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer, transplantados ou com diabetes).

De acordo com a posição da Sociedade Brasileira de Cardiologia, não devem ser suspensos ou trocados os medicamentos de hipertensão em casos de pacientes suspeitos ou confirmados da COVID-19.

Da mesma forma, os medicamentos para diabetes devem ser mantidos.

Somente substitua seus medicamentos se o seu médico assistente assim o determinar.

Não. Os antibióticos não funcionam contra vírus. Eles funcionam apenas em infecções bacterianas. A COVID-19 é causada por um vírus, portanto os antibióticos não funcionam e não devem ser usados ​​como um meio de prevenção ou tratamento.

Até o momento não há medicamento de uso domiciliar disponível para prevenir ou curar a COVID-19.

Atualmente não há evidências científicas que sugiram que o vírus possa ser transmitido através do leite materno. A infecção pode se espalhar para o bebê da mesma maneira que para qualquer pessoa em contato próximo com você. Os benefícios da amamentação superam quaisquer riscos potenciais de transmissão do vírus pelo leite materno ou por estar em contato próximo com seu filho. Se você desejar amamentar, tome precauções para limitar a possível propagação da COVID-19 ao bebê:

- Lavar as mãos antes de tocar no bebê, bomba de leite ou mamadeiras;
- Evitar tossir ou espirrar enquanto amamenta;
- Utilizar máscara de proteção ao se aproximar do bebê;
- Limpar a bomba de leite conforme recomendado pelo fabricante após cada uso;
- Se você estiver alimentando seu bebê com fórmula, esterilize a mamadeira cuidadosamente antes de cada uso. Você não deve compartilhar mamadeiras, chupetas ou bomba de leite com outra pessoa.

- Lave regularmente e cuidadosamente as mãos até os punhos com água e sabão ou álcool em gel a 70%, por 20 segundos;

- Mantenha pelo menos um metro de distância entre você e qualquer pessoa;

- Governos e autoridades de saúde estão tomando medidas rigorosas para o controle da COVID-19.

Entre os sintomas mais comuns estão: fadiga/cansaço; dor de cabeça; perda de olfato e paladar por período mais prolongado; perda de memória e/ou dificuldade de concentração; queda de cabelo, dor torácica; tosse; falta de ar; distúrbios do sono; distúrbios emocionais/ psicológicos, além de outros menos frequentes. A recomendação é manter o acompanhamento médico regular, inclusive após o término da fase aguda da infecção. As clínicas Meu Doutor Novamed estão à disposição para orientar em caso de dúvidas e acompanhar a recuperação.

Sim, as vacinas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) seguiram critérios científicos rígidos e são consideradas seguras.

A Anvisa indica a vacinação para pessoas a partir de 05 anos de idade, respeitando o calendário de vacinação do seu município e o esquema vacinal recomendado para a vacina aplicada. Os estudos avaliando segurança e eficácia das vacinas de COVID-19 em crianças menores que 05 anos estão em andamento.

A pessoa que já teve COVID-19 também precisa e deve se vacinar. Se você teve Covid-19, deve esperar 30 dias entre a melhora dos sintomas e a primeira dose da vacina. Os estudos realizados até o momento demonstram que as vacinas disponíveis no Brasil protegem contra as variantes que estão circulando.

A vacina reduz o risco de desenvolver quadros mais graves da COVID-19. Para garantir a eficácia da vacina, é preciso tomar todas as doses preconizadas.

Indivíduos vacinados têm menor risco de complicações, mas é possível que pessoas vacinadas venham a se infectar e transmitir a doença mesmo que não desenvolvam sintomas ou desenvolvam sintomas leves.

Depois de tomar a vacina, o uso de máscara deve ser continuado conforme orientação das autoridades locais e as aglomerações evitadas. O sistema imunológico demora algum tempo para produzir a quantidade necessária de anticorpos. Além disso, ainda não se sabe qual a eficácia das vacinas para evitar a transmissão da COVID-19 (estudos sobre transmissão ainda estão em andamento). Pessoas vacinadas poderão ter formas leves ou mesmo assintomáticas da doença e continuar transmitindo para os demais. Siga corretamente o uso de máscaras recomendado pelas autoridades locais, mantenha, distanciamento social e a atenção à higiene das mãos e de objetos.

Em princípio, as vacinas são eficazes para a maioria das cepas do coronavírus, conforme os estudos inicialmente apontam, mas não é possível garantir que seja conferida proteção pelas vacinas em caso de novas mutações do vírus.

Referências bibliográficas:

1 -  MS. Perguntas e Respostas sobre COVID-19. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/perguntas-e-respostas .

2 - MS. PLANO NACIONAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19. 11a edição. 07/10/2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/publicacoes-tecnicas/guias-e-planos/plano-nacional-de-vacinacao-covid-19 .

O surgimento de mutações é um processo natural e esperado durante o ciclo evolutivo de qualquer vírus. Uma mutação ou o conjunto de mutações podem gerar novas variantes desses vírus, diferentes das que já estão em circulação. Como esperado, variantes do SARS-CoV-2 já foram documentadas globalmente durante esta pandemia.

Muitas dessas mudanças não têm impacto sobre o vírus em termos de sua capacidade de transmissão ou da doença que causa. Mas algumas variantes são chamadas de “variantes preocupantes”, e essas mudanças precisam de mais estudos, pois podem ser mais transmissíveis, aumentando o número de pessoas infectadas, por exemplo.

O que se sabe sobre as variantes descritas é que o vírus ainda se comporta da mesma maneira. Quanto mais lhe dermos chance de se espalhar e se multiplicar, mais chances ele terá de continuar sofrendo mutações, pois essa é sua propriedade natural. Assim, deve-se garantir que as pessoas continuem obedecendo ao distanciamento físico, com uso de máscara e evitando lugares lotados, evitando ambientes fechados, lavar as mãos com frequência, seguir a etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao espirrar ou tossir), ficar em casa se estiver doente, e usar álcool em gel a 70%. Todas essas medidas juntas definitivamente fazem a diferença na redução da transmissão.

Referências:

1 -  OMS. Children & COVID-19. Disponível em: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/media-resources/science-in-5/episode-22---children-covid-19

2 - OMS. Variants & Vaccines. Disponível em: https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/media-resources/science-in-5/episode-20---covid-19---variants-vaccines

3 - Ministério da Saúde. Perguntas e respostas- Variantes do Vírus. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/perguntas-e-respostas

Alguns estudos demonstraram uma queda na proteção com o passar dos meses, com isso, a dose de reforço busca aumentar a resposta imune e a proteção contra a COVID-19. Este reforço deve ser feito preferencialmente com a vacina que usa plataforma de RNA mensageiro (Pfizer/Wyeth), ou, de maneira alternativa, a vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca), independentemente do imunizante aplicado inicialmente.

Todos os brasileiros maiores que 18 anos devem fazer a dose de reforço, além do esquema vacinal inicial, desde que seja respeitado o intervalo de quatro meses entre a segunda dose/ dose única e a dose de reforço, seguindo o calendário de vacinação local.

Fique atento ao calendário vacinal da sua localidade.

Referências bibliográficas

1. Ministério da Saúde lança campanha “Mega Vacinação” para reforçar imunização dos brasileiros contra Covid-19. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2021-1/novembro/ministerio-da-saude-lanca-campanha-201cmega-vacinacao201d-para-reforcar-imunizacao-dos-brasileiros-contra-covid-19

2.Ministério da Saúde antecipa de cinco para quatro meses a aplicação da dose de reforço. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2021-1/dezembro/ministerio-da-saude-antecipa-de-cinco-para-quatro-meses-a-aplicacao-da-dose-de-reforco. Acesso em: 25.02.2022

O que é o teste de antígeno para coronavírus?
Testes de antígeno de Covid-19 são exames capazes de identificar proteínas específicas do vírus. Assim, apresentam melhores resultados em indivíduos com a presença de sintomas, sendo recomendados para uso nos primeiros sete dias do aparecimento dos sintomas. Ele deve ser realizado, por indicação médica, quando houver sintomas suspeitos da infecção.
 

Como o teste de antígeno para coronavírus é realizado?
O exame é colhido por meio de swab (cotonetes específicos para essa finalidade) nasal ou nasofaringe (nariz e garganta), no laboratório ou unidade de saúde.  O resultado fica pronto em torno de 20 minutos.
 

Qual o momento mais adequado para realizar o teste de antígeno para coronavírus?
O teste de antígeno para coronavírus deve ser realizado quando você apresentar um quadro com sintomas suspeitos de infecção por coronavírus, sendo recomendado para uso nos primeiros sete dias do aparecimento dos sintomas. O teste de antígeno não avalia infecção passada.
 

Quem deve fazer o teste de antígeno para coronavírus?
O teste de antígeno para coronavírus deverá ser realizado caso você se enquadre na definição de caso suspeito do Ministério da Saúde, conforme previsto na diretriz da ANS. Ele deverá ser solicitado pelo seu médico assistente.

São considerados casos suspeitos:

 > SÍNDROME GRIPAL (SG):  Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, perda ou diminuição do olfato e do paladar. 
Em crianças, além dos itens anteriores, considera-se também a obstrução nasal, a desidratação e a falta de apetite, na ausência de outro diagnóstico específico.

 Em idosos, deve-se considerar, também, critérios específicos de agravamento, como: síncope (desmaio ou perda temporária de consciência), confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e falta de apetite (inapetência).

Alguns casos podem se agravar caracterizando a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), tanto em crianças como em adultos, na qual o indivíduo apresenta dispneia/desconforto respiratório/dificuldade para respirar com saturação de oxigênio (O2) menor do que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto OU queixa de pressão persistente no tórax. Nesses casos, o médico deve ser procurado imediatamente. 
 

Se o resultado do meu teste de antígeno for positivo, como devo me comportar?
Caso o resultado do seu exame seja positivo, significa que você está com a COVID-19, devendo apresentar o resultado ao seu médico assistente. Ele acompanhará a sua evolução clínica e orientará as medidas pertinentes, como, por exemplo, o afastamento do trabalho e das atividades sociais, o isolamento social em casa com as devidas medidas de proteção.
O isolamento é a separação de pessoas infectadas das que não estão infectadas durante o período de transmissão do vírus. Mesmo que você não tenha sintomas, você deve se isolar imediatamente para evitar a contaminação de outras pessoas, usar máscara, avisar às pessoas que tiveram contato recente com você para também serem avaliadas.

Se o resultado do meu teste de antígeno for negativo, como devo me comportar?
Caso o resultado do seu exame seja negativo, é importante apresentá-lo ao seu médico assistente, que o(a) orientará.  É importante manter as medidas de proteção como uso de máscara, higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel a 70% e distanciamento social. 
O resultado negativo indica que não foi detectado o antígeno da Covid-19. É importante destacar que esse resultado não descarta a possibilidade de infecção pelo vírus, pois a testagem pode ter sido feita durante o período de incubação, ter havido erro na execução do exame ou na coleta da amostra ou mesmo a carga viral estar abaixo da capacidade de detecção do teste no dia da coleta da amostra. 
Portanto, se você obteve um resultado negativo com um teste de antígeno e não apresenta sintomas é preciso manter as medidas de prevenção. Se você obteve resultado negativo mas apresenta sintomas como febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça, perdas olfativas/gustativas (não sente cheiro e nem gosto) e dores no corpo é importante procurar atendimento em um serviço de saúde para avaliação. 

Meu plano de saúde deve cobrir o teste de antígeno para COVID-19?
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tornou obrigatória a cobertura desse exame pelas operadoras de saúde, em fevereiro de 2022, caso o segurado se enquadre nas Diretrizes de Utilização determinadas pela Agência.
 

Referências bibliográficas

ANS aprova inclusão de teste rápido para diagnóstico da Covid-19 no rol de coberturas obrigatórias. ANS. Disponível em: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/sobre-ans/ans-aprova-inclusao-de-teste-rapido-para-diagnostico-da-covid-19-no-rol-de-coberturas-obrigatorias-7. Acesso em: 24.02.2022


ANVISA. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2022/anvisa-regulamenta-a-utilizacao-de-autotestes-para-covid-19/PerguntasfrequentesAutotestesCovid.pdf. Acesso em: 24.02.2022

Entenda as diferenças entre RT-PCR, antígeno e autoteste. ANVISA. Disponível em:
 https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/fevereiro/entenda-as-diferencas-entre-rt-pcr-antigeno-e-autoteste. Acesso em: 24.02.2022
 

Exames para detecção do novo Coronavírus

Os beneficiários da Bradesco Saúde e da Mediservice têm disponíveis os exames sorológicos para COVID-19, que detectam a presença dos anticorpos IgG ou anticorpos totais no sangue do paciente produzidos pelo organismo após exposição ao novo coronavírus, o de RT-PCR (conhecido como PCR), responsável por identificar a presença do vírus Sars-Cov-2 no período em que está ativo no organismo e testes de antígeno de COVID-19, responsável por identificar proteínas específicas do vírus.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu, a partir de 14 de agosto de 2020, incorporar de forma extraordinária ao rol de procedimentos os exames sorológicos, passando a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde a partir do oitavo dia do início dos sintomas, nas segmentações ambulatorial e hospitalar, conforme solicitação do médico assistente. Os testes sorológicos para detecção do novo coronavírus já haviam constado no rol de procedimentos no período de 29 de junho a 16 de julho de 2020, sendo a cobertura concedida pela ANS em razão de determinação judicial em caráter liminar. No entanto, a determinação judicial chegou a ser suspensa, o que fez com que a Agência também suspendesse os efeitos da Resolução Normativa 458/2020 na época.

Já o PCR consta no rol de procedimentos desde março de 2020 e testes de antígeno de COVID-19 a partir de fevereiro de 2022.

Importante lembrar que, para a solicitação dos exames, é necessário pedido médico, informando os sintomas e a data do seu início, uma vez que a cobertura somente é concedida para os casos clínicos elencados nas diretrizes de utilização do Rol de Procedimentos e Eventos da ANS.

Orientações sobre Prevenção

Ficar em casa, ato de solidariedade


O distanciamento social é a melhor atitude e fará toda a diferença no combate à COVID-19.

Coronavírus: Isolamento domiciliar


Pacientes com COVID-19 com orientação médica para isolamento domiciliar devem seguir dicas importantes.

Higienização da casa

 

Veja como redobrar a limpeza do lar durante a pandemia.

E a ansiedade?


Confira dicas para saber como preservar a saúde emocional durante o período em casa.

Passo a passo de como fazer sua própria máscara


Passos simples, mas importantes para a sua segurança e daqueles que você ama.

Gestantes e bebês durante a pandemia

Até o momento, não existem evidências de que as gestantes apresentem maior risco de desenvolver doença grave pelo Covid-19 do que o resto da população. Desta forma, as mulheres grávidas devem tomar as mesmas precauções que as outras pessoas para se protegerem.

Dicas de saúde

Celular também é foco de transmissão



Veja as dicas sobre como higienizar o seu celular e assim evitar a contaminação.

Como lavar as mãos

Veja estas dicas sobre como lavar suas mãos de forma correta para evitar o contágio.

 

Home office


Saiba como melhorar a experiência do trabalho remoto.

Serviços assistenciais durante a pandemia


Confira abaixo os atendimentos médico-hospitalares que dão sequência às suas atividades mesmo durante o período de distanciamento social.

É orientado que os beneficiários entrem em contato com o local antes do comparecimento, para agendamento.

Reembolso Digital

E mais: se, ainda assim, você precisar de um prestador que esteja fora da rede referenciada, saiba que o pedido de reembolso pode ser feito de forma totalmente digital. Ou seja, não é necessário o envio de documentos físicos.

Reembolso sem sair de casa


Basta usar nossos canais digitais.

Confira detalhes no vídeo!

Plano de Contingência para Empresas

As Empresas Clientes têm à sua disposição um guia prático para apoiar na elaboração de um Plano de Contingência para o enfrentamento à pandemia por Covid-19.

Informações Oficiais

Busque sempre informações oficias, em fontes confiáveis: 

Organização Mundial de Saúde
https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019

Ministério da Saúde
https://coronavirus.saude.gov.br/

OPAS (em inglês)
https://www.paho.org/en/topics/coronavirus-infections/coronavirus-disease-covid-19 

NHS (em inglês)
https://www.nhs.uk/conditions/coronavirus-covid-19/

Johns Hopkins University (em inglês)
Apresenta o mapa de acompanhamento do número de casos pelo mundo, com atualização on time.
https://www.arcgis.com/apps/opsdashboard/index.html#/bda7594740fd40299423467b48e9ecf6 

Complementary Content
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