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A importância do tempo para a vida e o bem-estar

O tempo é um dos bens mais preciosos da vida. Descubra reflexões e práticas para valorizá-lo e viver com mais sentido e qualidade. Confira!

A importância do tempo para a vida e o bem-estar

O tempo é um dos nossos recursos mais valiosos, ele molda nossas escolhas, influencia nosso bem-estar e define como damos sentido ao presente e ao futuro. Cada momento representa uma oportunidade única, porque não se repete.

Diante das transformações sociais e tecnológicas que avançam em ritmo acelerado, somadas às muitas atividades do dia a dia, é natural sentirmos que as horas voam. Uma percepção que nos convida a pensar sobre como queremos viver e aproveitar nosso tempo.

Em um artigo publicado pela Folha de São Paulo, o economista e filósofo brasileiro, Eduardo Giannetti, explica que vivemos o “paradoxo da aceleração do tempo”.

Com os avanços da ciência e da tecnologia, fomos conseguindo fazer mais tarefas em menos tempo. No entanto, do ponto de vista subjetivo, “sentimos cada vez mais a falta de tempo para fazer o que desejamos”.

A nossa expectativa de vida é muito maior do que uma pessoa do século XIX, mesmo assim, sempre achamos que faltam horas nos dias.

Para outro filósofo, Graeme A. Forbes, pensar sobre o tempo é importante porque nos ajuda a dar sentido para as nossas vidas. Ele é autor de dois livros sobre o assunto:  Philosophy of Time: The Basics (em tradução livre: Filosofia do Tempo: Os Fundamentos) e The Growing-Block View: Philosophy of Time, Change, and The Open Future (A Perspectiva do Bloco Crescente: Filosofia do Tempo, Mudança e O Futuro Aberto).

Forbes afirma que, como estamos inseridos no tempo, temos que lidar com as mudanças, aceitar o passado e aproveitar ao máximo as possibilidades que o futuro pode nos oferecer.

Para a psicóloga Samantha Stein o que causa ansiedade é a falta de controle sobre o tempo. Em seu artigo A Healthy Relationship With Time Means a Fulfilling Life (em tradução livre: Um Relacionamento Saudável com o Tempo Significa uma Vida Mais Satisfatória), publicado na revista Psychology Today, ela destaca que a questão não é a agenda apertada, mas a relação que estabelecemos com o calendário.

Stein nos orienta a refletirmos sobre como estamos gastando nosso tempo, estabelecermos limites claros e aproveitarmos o momento presente. Abaixo, algumas das recomendações dela para fazermos as pazes com o relógio:

1) Esteja ciente de como você gasta seu tempo

Assim como fazermos uma planilha de gastos para entender para onde nosso dinheiro está indo, podemos monitorar nosso tempo, por, pelo menos uma semana, para enxergarmos onde estamos investindo nossas horas.
 

2) Tenha clareza sobre suas prioridades

Como o tempo é limitado, devemos ser honestos conosco e escolher onde gastá-lo, com base no que é importante para nós.
 

3) Estabeleça limites

Isso pode significar dizermos não a novos compromissos quando nos sentimos sobrecarregados ou avaliarmos se estamos investindo tempo suficiente para as coisas que mais nos importam.
 

4) Lembre-se da importância do autocuidado

Será que não estamos nos cobrando demais e deixando de lado as horas com descanso, diversão ou atividades que nos dão prazer –  tão importantes para nos recarregarmos?
 

5) Aproveite o tempo presente

Para a psicóloga, uma das melhores maneiras de termos uma relação saudável com o tempo é aprender a aproveitarmos o momento presente, apreciando “as pequenas coisas da vida, como um belo pôr do sol ou uma boa conversa com amigos”.


Recomendações como essas podem nos ajudar a experimentar o tempo, não como algo que nos escapa, mas como uma dádiva que nos permite sentir a plenitude da vida a cada segundo.

Comece agora

Reserve alguns minutos para refletir sobre o que é realmente importante e como gasta suas horas. Ajuste sua rotina para priorizar relações, autocuidado e propósito. O tempo, quando bem vivido, se transforma em qualidade de vida.

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