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O que sabemos e como devemos agir sobre a COVID-19

Informações sobre prevenção e cuidados.

A COVID-19 é uma infecção causada pelo vírus Sars-Cov-2, da grande família coronavírus. Essa pode ser a maneira mais objetiva de se falar sobre o tema. Agora, em detalhes: a doença COVID-19 é uma infecção causada pelo novo vírus da família Coronavírus, o Sars-Cov-2, identificado em dezembro de 2019, após uma série de casos relatados na China. A infecção causa problemas respiratórios, febre, coriza. Algumas pessoas infectadas podem apresentar dores musculares, dor de garganta ou diarreia. E, em caso de agravamento dos sintomas, o paciente pode ter pneumonia. Contudo, estima-se que em apenas 1 a cada 6 infectados a doença progredirá para quadros mais graves.

 

No início deste ano, o vírus se espalhou por diversos países, atingindo todos os continentes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou, no dia 11 de março, que estamos em uma pandemia, e os países passaram a adotar uma série de medidas para combater a progressão do coronavírus na sua população, como o isolamento social e o fechamento de fronteiras terrestres e aéreas. Tais ações são importantes para diminuir a velocidade de transmissão do vírus e diminuir o número de pessoas que chegam aos hospitais - sobretudo os casos mais graves, que necessitam de maiores cuidados.

 

No Brasil, Estados e Municípios investem em campanhas e aplicam medidas para diminuir o contato social, principalmente de idosos e de pessoas com quadros clínicos com potencial de piorar os sintomas da COVID-19.

 

E, sem pânico, vamos apresentar os cuidados necessários para se evitar a contaminação ou tratar da infecção da maneira mais adequada. Ah! Antes de seguir na leitura, lembre-se de vacinar-se contra o H1N1, vírus causador da gripe. Essa ação imunizará você contra essa espécie de vírus, melhorando também a resposta do seu sistema imunológico e evitando que se confunda os sintomas das doenças, que são bem parecidos no início.

 

Acompanhe o calendário de vacinação no site do Ministério da Saúde e as informações de sua cidade.

 

Quais os sintomas e como saber se está com a doença

 

Os sintomas da COVID-19 são muito parecidos com as infecções causadas por outros vírus, como a gripe. Os primeiros sintomas são tosse, coriza, febre baixa e dificuldade para respirar, dores musculares. Relatos recentes de infectados acusam também que sentem dores nas juntas, como joelhos e cotovelos, e mais a perda do olfato e do paladar. Se a infecção progredir, um quadro de pneumonia pode ser identificado.

 

Como é difícil diferenciar os sintomas de uma gripe comum, outros fatores devem ser observados; por exemplo, se houve o contato próximo com casos suspeitos ou confirmados com o novo coronavírus, histórico de viagens para áreas de transmissão, entre outros.

 

A confirmação para COVID-19 acontece mediante a exames laboratoriais. Entretanto, de acordo com informações do Ministério da Saúde, a realização de exames tem como foco os casos graves e pacientes internados nas regiões em que a transmissão comunitária estiver estabelecida. Além disso, os laboratórios da rede privada de Saúde também estão concentrando esforços no atendimento prioritário aos enfermos internados.

 

Com esse panorama, pede-se a contribuição de todos, como: procure apenas o atendimento médico quando tiver os sintomas, após a exposição a lugares ou contato com pessoas infectadas. Contudo, caso a dificuldade de respiração aumente, procure uma unidade de saúde imediatamente.

 

Caso esteja contaminado, como tratar

 

 

Como ainda não há vacina para prevenção ao novo coronavírus, também não há antibiótico ou um coquetel específico para seu tratamento. Testes estão sendo realizados por diversas equipes de cientistas ao redor do mundo. Contudo, os estudos levam tempo para trazer resultados. E isso se deve aos próprios critérios de segurança que devem ser adotados, para que os medicamentos não tragam riscos desnecessários à saúde da população.

 

No caso de estar infectado, a doença pode ficar incubada até 14 dias depois da contaminação. De acordo com o médico infectologista Marco Aurélio Sáfadi, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a COVID-19 apresenta, na maioria dos casos, dois estágios. Em um primeiro – o semelhante à gripe –, o tratamento deve seguir as recomendações de repouso, consumo de líquidos e a dosagem de antitérmicos ou analgésicos para diminuir o mal-estar.

 

Se a infecção evoluir para o segundo, há um agravamento nos sintomas, como uma maior dificuldade de respirar. Logo que se perceba uma piora no quadro clínico, deve-se procurar imediatamente os serviços médicos. “Nos casos em que houve uma piora no quadro dos pacientes, isso aconteceu já na segunda semana da manifestação da doença”, destacou o doutor Sáfadi.

 

Pessoas idosas, com problemas cardiovasculares ou com imunodeficiência, fazem parte do grupo de risco, em que a probabilidade do quadro da doença avançar para estágios graves é maior.

 

 

 

"Nos casos em que houve uma piora, isso aconteceu na segunda semana da doença"

Dr. Marco Aurélio Sáfadi, médico infectologista

Cuidados com a COVID-19

Como evitar a contaminação

 

 

O Sars-Cov-2 é transmitido por gotículas de saliva de pessoas contaminadas, propagadas no ar a partir da fala, espirro, tosse, ou também no contato de superfícies contaminadas por essas gotículas ou por secreção de pessoas infectadas. Após esse contato, a contaminação ocorre pela boca, nariz e olhos.

 

Para se prevenir o contágio ou a transmissão, siga as recomendações do Ministério da Saúde do Brasil e da OMS descritas abaixo:

 

 

  • Higienizar, adequadamente e com frequência, das mãos até os cotovelos, com água e sabão ou álcool em gel 70%, principalmente antes de consumir alimentos, por pelo menos 20 segundos, dando atenção especial para entre os dedos e debaixo das unhas.
  •  
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal e descarta-lo após o uso.
  •  
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir, com cotovelo flexionado ou com lenço descartável e lavar imediatamente as mãos.
  •  
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  •  
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  •  
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como os celulares.
  •  
  • Manter os ambientes bem ventilados.
  •  
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.
  •  
  • Evitar aglomeração e locais fechados.
  •  
  • O uso de máscaras deve ser adotado com parcimônia. Pessoas com a infecção comprovada e os trabalhadores da saúde devem usar.
     

     

Recomendações para quem não puder ficar em casa

 

 

A recomendação dos órgãos de saúde internacionais é a de isolamento social. Caso não seja possível ficar em casa, além de intensificar os cuidados descritos acima, crie estratégias para se higienizar assim que chegar da rua, separando roupas e sapatos para lavar e/ou limpar com água e sabão. E tome um banho antes de fazer as tarefas de casa ou descansar. Essas ações são importantes para que o ambiente não seja contaminado.

 

Estudos recentes apontam que o Sars-Cov-2 pode sobreviver até 24 horas em superfícies como papelão, maçanetas, portas, bancadas e outras superfícies duras. Entretanto, o vírus pode ser neutralizado em cerca de um minuto ao se desinfetar esses locais ou objetos com álcool de 62% a 71%, água oxigenada ou água sanitária, de acordo com a mesma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.

 

Cuidados com a COVID-19

E o que é o Sars-Cov-2?

 

Como você leu até aqui, o Sars-Cov-2 é o agente patológico da infecção COVID-19. Ele é um vírus recém-descoberto da grande família dos Coronavírus. Estima-se que ele sofreu recentemente mutações que lhe possibilitaram saltar de espécies animais para os seres humanos.

“Os estudos do genoma dessa variação do coronavírus sugerem que eles tenham saltado de morcegos para os seres humanos, com a passagem por uma espécie intermediária”, disse o infectologista Safádi.

 

De acordo com o médico, o novo vírus sofreu mutações parecidas com os outros de sua família que também nos afetam. “Conhecemos e convivemos no Brasil com quatro tipo de coronavírus há muito tempo. Eles são responsáveis por infecções leves, que lembram os resfriados”, destacou.

 

Além desses quatro e do Sars-Cov-2, outros dois membros da família são conhecidos por infectarem humanos. Em 2002, uma variação causou a epidemia de SARS, sigla em inglês para Síndrome Respiratória Aguda Grave. E, em 2012, um coronavírus diferente provou o surto da MERS, sigla em inglês para Síndrome Respiratória do Oriente Médio.

 

“Temos ainda, relativamente, poucas informações sobre essa nova variedade de coronavírus”, salientou Safádi. “Contudo, como outras epidemias passaram, esta também passará.”, finaliza.

 

Uma das melhores armas para combater a pandemia é orientar-se por notícias de órgãos oficiais e de fontes confiáveis.

 

O Ministério da Saúde do Brasil mantém uma página atualizada.

 

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